09/04/2008

Liberdade ao Tibet (é pessoal)


Estou a deixar de lado as futilidades que por dias me tinham me ocupado. Também não quero para já deter-me às reflexões sentimentais – o que para alguns é importante a mim não importa. Quero antes mais, refletir algumas questões voltadas as injustiças que tomam espaço na comunicação social mundial.

Não quero aqui fazer uma apologia à democracia. Não quero uma China democrata, que se dane a China, quero apenas um Tibet livre. O Tibet é uma nação que fora anexada na década de cinqüenta à China Comunista. O Tibet é uma nação sim, não é um estado ou uma província. Ele possui uma história, possui uma cultura, possui costumes que não são como os costumes dos chineses. Basta ver o sistema de governo, lá o que existe é uma teocracia – O Dalai Lama é um representante de Buda que governa em exílio, apenas por isso. Pode então o Tibet fazer parte da China de Wen Jiabao? Penso eu que não.

A idéia de um Tibet livre é um bom teste para o mundo parar de tanta hipocrisia social. Uma atitude onde apenas há preocupação com terras onde há retorno financeiro. Vamos aproveitar estas Olimpíadas em Pequim para pensar nos valores olímpicos, para além da fachada comercial do esporte, que por sua vez parece promover um pensar que sugere aquela liberdade e igualdade à tanto esquecida pelo mundo e a muito escondida pelo Governo Chinês.

"FREE TIBET, PARA MIM É PESSOAL"

1 comentário:

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