18/07/2009

CÉU DE BRIGADEIRO

Há que perceber todas as entrelinhas das passagens mentais aqui descritas.
Podes viajar entre as figuras de linguagem, mas ainda assim não saberás o nome do monstro.
Viajei por entre as nuvens, para apresentar o mundo onde os contos de fadas são apenas papel e tinta.
O amor ao raiar do dia, ao entardecer e ao cair da noite só é lindo entre os que sabem voar sem motores. Estes, são parte ficção dos doutores da letra. E tu sabes bem.
Sabes que a minha maldade é coisa pouca, mas sou real, menina!
Logo perceberás que em ti há algo de mim. Nem que seja uma frase, nem que seja só uma fagulha de raiva contra a injustiça.
Eu assumi que sou predador, pois no final quero ajudar as presas doutros monstros a viver, com dignidade, pelo menos.
Todos os dias, rezo ao Deus do meu coração para não perder a batalha contra a besta que assola a minha cabeça.
Senhora, o céu está lindo, ponha seus óculos e venha para a festa. Todos nós queremos dançar. Só reclamamos com fé quando com fé necessitamos, só agimos com fé quando nos pisão os calos.
Fé, palavras de várias direcções. Fé, palavra que se perde com o tempo.
Entretanto a convicção não deve ser teimosia. A convicção deve ser alimentada.
Esqueça a fé, tenhamos convicção.


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